Por Sérgio Ferreira
O governo federal apresentou nesta segunda-feira (31) a proposta orçamentária para 2021 com a projeção de aumento de R$ 22 sobre o salário mínimo. Pela projeção, o piso sai de R$ 1.045 para R$ 1.067. Em projeção anterior, apresentada em abril, a estimativa era que o salário mínimo chegasse a R$ 1.079 no próximo ano.
A revisão está baseada no cálculo de reajuste que considera a inflação, sem previsão de ganho real.
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, por causa do crescimento
nas despesas obrigatórias, o projeto de Orçamento (PLOA) de 2021
reservou R$ 96,052 bilhões para gastos discricionários do Poder
Executivo, aqueles que podem ser cortados, incluindo investimento
público.
Isso engloba o funcionamento da máquina pública, como energia elétrica,
água, terceirizados e materiais administrativos, além de investimentos
em infraestrutura, bolsas de estudo e emissão de passaportes, por
exemplo.
Membros da equipe econômica avaliam que são necessários pelo menos R$
100 bilhões ao ano nessa conta para que a máquina pública opere no
limite, sem risco de apagão dos serviços. Em 2020, o governo teve o
mesmo problema, e buscou remanejar recursos de outras áreas.
Dos R$ 96,052 bilhões de gastos discricionários, R$ 28,665 bilhões foram
reservados para investimento. Na proposta de 2020, esse valor foi de R$
19,4 bilhões.
O projeto agora será analisado pelo Congresso, que pode inclusive modificar a proposta de Orçamento.
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